Doc Maumau,

Viste o horizonte,infindo como o pensar errante do vagabundo?E vendo ficaste ébrio de incertezas e prazer,de júbilo,do desejo volátil de incandescer-se como o sol que se incendeia ao tentar esconder-se na noite pagã,e,incógnito,sorver seus deleites, lascivo e dolente?
Então vem,caminha nesses versos,florescentes de bruto pensar,brotos poéticos de  mente indomada,frutos incultos do nada a fazer.

....É TERMINANTEMENTE PROIBIDA A REPRODUÇÃO , COMPLETA OU PARCIAL  , DESTAS OBRAS , SEM A PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR....

 

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Doc Maumau

Alan César

Ângela Torino

Arlei Fernandes

Carlos Donizeti

Carlos Espejo Guasco

Cassius Guimarães

Débora Villela Petrin

Fabrício Mendes

Giuseppe Ghiaroni

João Ribeiro

Luca Maiia

Malume

Marcio Siniscarchio

Neusa Peres

Ricardo Manzo

Roseli Busmair

Santos Neto

 

 

 

POESIAS

Doc Maumau

Ser poeta

Qualquer um pode ser poeta,qualquer um!
Mesmo sem olhos para ver,ouvidos para ouvir ou voz para se expressar.
Ah,mas é preciso querer provar o viver,
É preciso sentir
É preciso vibrar com a música da vida,
Com a melodia das emoções,das paixões,
É preciso ver as almas encarnadas em emoção.
É preciso saber diferente o que se sabe igual,
Saborear palavras como o maná no deserto,
E mudar o princípio e o fim:
És humano,sim,
mas não és pó,apenas.
És pó...eta!

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Bôca

Bôca
entreaberta,
semi-fechada,
língua molhada,
esperta,
louca.
Bôca
carnuda,
polpa de frutas,
mel feito em gruta!
Voz muda,
rouca.
Palavra solta,
Libera desejo,
Pede um beijo.
Beijo na
bôca!
 

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Vaga alma.

Abro a janela e
está lá,
de novo,
o dia.
Novo dia de novo.
Perpétuo repetir
de um tudo e um nada...
Alma nova, vago o pensar;
de vagar,nova alma
está lá
em mim.
E está lá!
Vaga alma,nova de vagar.
Anseio de viver
o tudo!
e o nada
está lá!
Alma vaga!



 

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Maurício S.  Guimarães